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China pede “calma” após ataques liderados pelos EUA contra alvos Houthi no Iêmen

“A China está preocupada com a escalada das tensões no Mar Vermelho.”

Pequim:

A China apelou na sexta-feira a todas as partes para impedirem a expansão do conflito no Iémen, após ataques dos Estados Unidos e do Reino Unido contra alvos rebeldes Houthi.

Pesados ​​​​ataques aéreos dos EUA e da Grã-Bretanha atingiram alvos no Iêmen, controlado pelos rebeldes, na manhã de sexta-feira, após semanas de ataques perturbadores aos navios do Mar Vermelho por forças Houthi apoiadas pelo Irã, agindo em solidariedade ao Hamas.

“A China está preocupada com a escalada das tensões no Mar Vermelho”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning.

“Pedimos às partes relevantes que mantenham a calma e exerçam moderação, para evitar que o conflito se expanda”, acrescentou.

Os Houthis têm levado a cabo um número crescente de ataques ao que consideram ser navios ligados a Israel, na principal rota comercial internacional, desde a eclosão da guerra em Gaza, desencadeada pelo ataque sem precedentes do Hamas a Israel, em 7 de Outubro.

Na sexta-feira, Pequim sublinhou que a “região do Mar Vermelho é uma passagem importante para a logística internacional e o comércio de energia”.

“Esperamos que todas as partes relevantes possam desempenhar um papel construtivo e responsável na proteção da segurança regional e da estabilidade do Mar Vermelho, em linha com os interesses partilhados da comunidade internacional”, disse Mao.

A China, acrescentou ela, instou “todas as partes a manterem conjuntamente a segurança das vias navegáveis ​​internacionais e evitarem assediar embarcações civis, pois isso é prejudicial para a economia e o comércio globais”.

(Exceto a manchete, esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é publicada a partir de um feed distribuído.)

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