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“Permitirá a entrada de medicamentos para reféns em Gaza”, afirma primeiro-ministro de Israel

Israel tem bombardeado Gaza por terra, mar e ar.

Jerusalém, indefinido:

Israel negociou um acordo com o Qatar para levar medicamentos aos reféns que ainda estão detidos na Faixa de Gaza, informou o gabinete do primeiro-ministro israelita na sexta-feira.

O acordo “permitirá a entrada de medicamentos para os reféns detidos pela organização terrorista Hamas em Gaza”, afirmou o gabinete de Benjamin Netanyahu num comunicado.

Cerca de 250 reféns foram capturados por agentes palestinos durante um ataque sem precedentes no sul de Israel, em 7 de outubro, 132 dos quais permanecem em cativeiro, embora se acredite que 25 deles tenham sido mortos, segundo dados israelenses.

As famílias dos reféns lançaram uma campanha de grande visibilidade para que o governo intensifique os esforços para libertá-los.

Na terça-feira, o grupo de campanha Fórum de Reféns e Famílias Desaparecidas divulgou um relatório dizendo que os cativos estavam com a saúde debilitada, alguns com doenças complexas, outros com ferimentos.

“Todos os reféns correm grande perigo e não têm tempo a perder”, afirmaram no seu relatório.

Em resposta, o porta-voz do governo, Eylon Levy, disse que “o tempo está a esgotar-se” para os cativos.

O ataque de 7 de outubro por combatentes do Hamas às comunidades israelitas e a um festival de música resultou na morte de cerca de 1.140 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em números oficiais israelitas.

Israel tem bombardeado Gaza por terra, mar e ar desde então, num ataque que matou pelo menos 23.708 pessoas, a maioria mulheres e crianças, de acordo com os últimos números do Ministério da Saúde de Gaza.

(Exceto a manchete, esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é publicada a partir de um feed distribuído.)

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