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Tribunal da Índia anula libertação antecipada de 11 homens no caso de estupro coletivo de Bilkis Bano

QUEBRA,

Bano, agora com quarenta e poucos anos, estava grávida de cinco meses quando foi brutalmente violada por um grupo durante a violência anti-muçulmana de 2002 no estado de Gujarat.

O Supremo Tribunal da Índia anulou a remissão dada a 11 homens hindus que foram condenados à prisão perpétua pela violação colectiva de uma mulher grávida e pelo assassinato dos seus familiares durante os motins anti-muçulmanos no estado ocidental de Gujarat, em 2002.

Bilkis Bano, agora na casa dos quarenta anos, estava grávida de cinco meses quando foi brutalmente violada por um grupo durante a violência, que viu quase 2.000 pessoas, a maioria muçulmanas, mortas em alguns dos piores tumultos religiosos que a Índia já viveu.

Sete de seus parentes, incluindo sua filha de três anos, foram mortos nos tumultos.

O tribunal superior disse na segunda-feira que os 11 homens condenados que foram libertados antecipadamente devem retornar à prisão.

“Seu pedido de proteção de sua liberdade foi rejeitado”, disse o tribunal.

Mais por vir…

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